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Tratamentos:

Glaucoma

O glaucoma consiste na segunda causa de cegueira no mundo, sendo a primeira a catarata. Ocorre um dano ao nervo óptico, responsável pela visão, que pode ser irreversível na ausência de tratamento adequado.

Os sintomas do glaucoma geralmente são silenciosos, o paciente não apresenta nenhuma queixa ocular. Por isso, a necessidade de exames de rotina periódicos, somente o médico oftalmologista consegue identificar estes sinais. Em outros casos, menos frequentes, o glaucoma pode se apresentar com olho vermelho e dor.

Existem diversos tipos de glaucoma, sendo que podem existir as causas primárias (predisposição genética) e as causas secundárias (decorrente de diabetes mal controlado, inflamações intraoculares, dentre outros).

Entre os fatores de risco para o glaucoma primário, identificamos a idade avançada, história familiar positiva para glaucoma, raça negra, descendência asiática, sexo feminino, uso de medicações.

Retinopatia Hipertensiva

A retinopatia hipertensiva pode ocorrer em pacientes com hipertensão arterial crônica, sendo o subtipo mais comum, ou em pacientes com elevação súbita da pressão arterial.

A retinopatia hipertensiva crônica ocorre naquele paciente que faz uso de medicamentos anti-hipertensivos, porém, a pressão arterial não se encontra totalmente controlada ou dentro dos parâmetros de normalidade <140/90mmHg. Ao exame, identifica-se redução do calibre dos vasos da retina que, a longo prazo, pode causar consequências como obstrução vascular e perda visão.

Já a retinopatia hipertensiva aguda ocorre naquele paciente em que a pressão arterial elevou de maneira muito rápida, atingindo níveis geralmente >180/100mmHg. Os sintomas consistem em baixa visão súbita. No exame oftalmológico, identificamos sinais de sofrimento da retina, que podem ser reversíveis após tratamento adequado. Importante salientar que pacientes com estes níveis de pressão arterial devem receber avaliação também de um médico clínico geral, dependendo da situação em ambiente ambulatorial ou hospitalar.

Retinopatia Diabética

A retinopatia diabética ocorre em pacientes diabéticos tipo 1 e 2. Fatores relacionados ao seu desenvolvimento incluem:

Quanto mais tempo o paciente apresentar o diabetes, maior o risco de desenvolver as alterações oculares;

Existem diversos tipos de glaucoma, sendo que podem existir as causas primárias (predisposição genética) e as causas secundárias (decorrente de diabetes mal controlado, inflamações intraoculares, dentre outros).

Diabéticos tipo 1 requerem uma atenção especial, pois geralmente apresentam a alteração da glicemia numa idade precoce, ainda muito jovens; pacientes diabéticos tipo 2 em uso de insulina também estão sob maior risco comparados àqueles em uso de hipoglicemiantes orais, pois geralmente indica já se tratar de um quadro mais avançado.

Pacientes diabéticos necessitam de avaliação oftalmológica regular, pois, no início do quadro, a doença não manifesta nenhum sintoma e pode passar despercebida. Normalmente apenas quadros mais avançados se manifestam com baixa visão.

Catarata

Uma das principais causas de cegueira no mundo, a catarata é uma doença caracterizada pela perda de transparência do cristalino, lente natural do olho responsável pelo foco da visão em diferentes distâncias.

Com o avançar da idade, esta lente natural dos olhos perde sua elasticidade e se torna opaca. Aos poucos, o paciente vai percebendo sintomas de visão cansada, perda da nitidez visual e dificuldade para atividades cotidianas, como andar, ler e dirigir.

A causa mais comum de catarata é a senil, ou seja, o envelhecimento natural do cristalino ao longo da vida. Existe também a catarata congênita, na qual o bebê já nasce com catarata e causas secundárias como o uso crônico de corticoide, doenças metabólicas, diabetes, inflamações intraoculares, trauma e exposição excessiva à radiação ultravioleta.

O tratamento da catarata é cirúrgico. Não existem colírios ou qualquer outro tratamento clínico para correção desta opacidade do cristalino. A partir do momento em que a baixa acuidade visual não é mais corrigida com o uso de correções ópticas há indicação cirúrgica. O momento propício para a realização da cirurgia depende também do prejuízo e do comprometimento que esta opacidade vem trazendo ao cotidiano e as funções habituais do paciente

Pterígio

O pterígio é uma doença ocular caracterizada pelo aparecimento de uma membrana fibrovascular sobre a córnea, que invade a superfície do olho, avançando em direção ao centro, podendo atingir a pupila. Quando chega neste estágio, pode comprometer a visão. Muitos pacientes têm predisposição genética, mas fatores como exposição excessiva a luz e calor podem piorar ou agravar o quadro.

O crescimento do pterígio é benigno, porém, quando seu desenvolvimento é contínuo ou o paciente tem episódios recorrentes de irritação ocular são indicados procedimentos cirúrgicos para evitar que a membrana chegue à pupila e afete a visão.

  • Sensação de areia nos olhos;
  • Ardência;
  • Episódios de dor e coceira;
  • Olho vermelho;

Lentes de Contato

Adaptação de lentes de contato é um ato médico que consiste em realizar diversos testes com a finalidade de escolher as melhores lentes de contato para cada pessoa, além de orientar quanto ao uso correto das mesmas.

Existem diversos tipos de lentes de contato. Podemos dividir as lentes de contato, basicamente, em dois tipos:
Lentes gelatinosas;
Lentes rígidas.

As lentes também podem ter características especiais, como é o caso das lentes tóricas, multifocais, terapêuticas e estéticas.

 

  1. Lave bem as mãos antes de manusear as lentes de contato.
  2. Não durma com as lentes de contato.
  3. Para a limpeza e conservação das lentes de contato, use os produtos adequados para o tipo de lente em questão. Não usar soro fisiológico, nem água de torneira.
  4. Troque diariamente o líquido dos estojos onde as lentes são guardadas e substitua regularmente o estojo em si.
  5. Enquanto estiver usando as lentes de contato, lembre-se de pingar colírios lubrificantes nos olhos, ao longo do dia, para evitar sintomas de olho seco.
  6.  Retire imediatamente as lentes de contato e procure um médico oftalmologista sempre que estiver com alguma alteração ocular, como dor, secreção, olho vermelho ou diminuição da visão.

Exame Oftalmológico Geral

Cuidar dos olhos envolve várias pequenas atitudes como alimentar-se bem, usar as lentes corretivas adequadas, não levar as mãos aos olhos e, acima de tudo, consultar um médico oftalmologista regularmente. Dependendo da idade e histórico médico, as consultas de rotina podem ser anuais ou semestrais.

É durante a consulta que o médico oftalmologista irá avaliar como anda a sua saúde. Por meio dos exames oftalmológicos, será possível identificar problemas de visão.

Através deste exame é possível identificará vermelhidões, edemas nas pálpebras, ou até alterações no sistema de lubrificação dos olhos.

Exame cuja principal função é identificar pacientes com aumento da pressão intraocular e com possibilidade de glaucoma.

Seu objetivo é diagnosticar condições como o estrabismo e a ambliopia, uma vez que verifica o alinhamento dos olhos em diferentes posições.

Avalia estruturas intraoculares como retina, coroide, vítreo e vasos sanguíneos. O objetivo é identificar possíveis consequências do glaucoma, diabetes ou hipertensão nos olhos do paciente.

O exame de refração é o clássico dos consultórios oftalmológicos. Consiste em definir qual o grau de correção que o paciente necessita para retomar sua acuidade visual. O exame é realizado com auxílio de lentes corretivas.

Na consulta, serão realizados os exames acima, eles fazem parte da rotina médica. Entretanto, em alguns casos específicos, nem sempre eles serão suficientes para determinar o diagnóstico. Por isso, o médico oftalmologista poderá solicitar exames oftalmológicos complementares. Cada um desses será solicitado para que não restem dúvidas sobre a condição oftalmológica do paciente ou para auxiliar no seguimento e tratamento de patologias.

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